Dicas e Perrengues- Mochilão América do Sul-de ônibus e bla bla car. Parte 3

Continuação…

Fizemos amizade com umas argentinas, que estava no Hostel em Tilcara conosco, o legal dessa viagem que esse roteiro muitos fazem,então sempre encontramos alguém que já tínhamos visto antes no país anterior que visitamos.

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Pumamarca/Argentina

Na fronteira da Argentina e Bolívia, fiquei uns 30 minutos esperando a imigração me liberar, pois entrada de menor no país eles são super exigentes, eles não estavam achando a autorização do pai da minha filha em seu passaporte, pois já estava impresso no mesmo, não era papel separado, além de me fazerem perguntas bem idiotas, querendo achar um motivo para me impedir de entrar na Bolívia. Me perguntaram o porquê que eu não informei lá na outra imigração (Paraguai/Argentina) que iria para La Quiaca, respondi: ninguém me perguntou, por isso não falei. O rapaz da imigração riu, abria o passaporte,tentando achar algo para me impedir minha entrada no país, por puro prazer, mas não conseguiu.

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Pumamarca/Argentina

Já em Villazon/Bolívia pegamos um táxi até um caixa eletrônico, onde consegui  sacar meu dinheiro na moeda local, outra coisa que não farei em uma próxima viagem é sacar dinheiro em caixa eletrônico, andarei com o dinheiro, pois tive problemas na cidade de Copacabaca/Bolívia, em Potosí/Bolívia, que não consegui sacar, em Copacabana divisa com o Peru, tive que voltar para o Peru para conseguir sacar, pois os 3 caixas eletrônicos de lá não aceitou meu cartão, na cidade de Uyni/ Bolívia também, mas em Uyni  eu estava com dinheiro então consegui  chegar até La Paz, na rodoviária de La Paz o último caixa eletrônico que tentei funcionou meu cartão…ufa! O problema de viajar para vários países, que não podemos esbanjar em sacar dinheiro pois perdemos muito no cambio, acaba não compensando, sempre antes de mudar de país gastamos a moeda local, pois no outro país não vale muito a moeda. Exemplo: da Bolívia para o Peru, a moeda da Bolívia vale menos do que a moeda do Peru, eu estava com real, então compensava eu  trocar meu reais no Peru e não levar moeda da Bolívia. Quando voltei para o Brasil, do Peru, passei pela Bolívia novamente, agora compensava eu trocar a moeda do Peru pela moeda da Bolívia, pois o real e soles do Peru quase valem o mesmo. Então chegamos nos países zerados de dinheiro, pois gastamos na fronteira com guloseimas, etc…para a perda no cambio ser menor.  Outro exemplo é vindo da Argentina para a Bolívia, a moeda da Argentina não vale quase nada, infelizmente e felizmente para nós brasileiros, com 1 real compro quase 6 moedas argentinas, porém, a moeda da Bolívia vale bem mais que o peso argentino.

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Salar de Uyni/Bolivia

De Villazón/Bolívia fiquei em dúvida em ir para Uyni ou Potosí, o mais perto seria Uyni, mas não iria demorar para sair e então decidi ir para Potosí, segui minha intuição, pois queria um hostel animado para passar o Reveillon, pois era dia 31 de dezembro. Cheguei na rodoviária de Potosí a noite, entrei na lan house onde um amigo que fiz no ônibus, me ajudou a achar um hostel, ele estava vindo da Argentina de ônibus com seu cachorro e estava indo para Colombia. Peguei o nome e endereço do hostel que achei no site, fui de taxi até lá. Cheguei 23h no hostel, já em clima de festa, amei o hostel, pessoas do mundo todo, animados, ficamos lá uns 4 dias, para seguir para Uyni. Em Potosí comprei roupas de frio, comprinhas de lembranças, mas em Uyni vi muita coisa mais barata ainda do que em Potosí, mas tudo bem.

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Parte 1

About Janah Leite

Pedagoga, ama ser a mãe da Maria, gosta de inspirar as pessoas a viverem seus sonhos. Está em mudança de profissão para finalmente viver o nomadismo digital, que é sua grande meta de vida, junto com sua filha. Sempre tem uma visão positiva de seu posicionamento no mundo. Encara a viagem como uma busca constante de compreender o comportamento do ser humano, em suas diversas facetas, criando mais empatia e entendendo que somos iguais em diversas necessidades, independente da cor, religião, opção sexual e classe econômica.